VIN ou matrícula
Introduza o número de quadro com 17 caracteres ou a matrícula portuguesa.
Peça o relatório do veículo através do VIN ou da Matrícula
Por menos do que custa um depósito de combustível, descobre se o carro que quer comprar vale o investimento ou se é uma fraude com milhares de euros de prejuízo oculto. Em parceria oficial com a carVertical, a AUTO.MOTO.pt ajuda-o a filtrar os maus negócios antes que assine o contrato. Proteja o seu investimento e faça a verificação pelo VIN ou matrícula antes de pagar o sinal.
A maioria das fraudes em veículos usados só é visível no histórico. Em menos de um minuto sabe com o que está a lidar:
Introduza o VIN (17 caracteres) ou a matrícula portuguesa e receba o relatório completo do histórico do veículo.
Relatório em cerca de 40 segundos com acesso a mais de 1000 bases de dados internacionais.
Em parceria com a carVertical. A auto.moto.pt pode receber uma comissão pelas compras efetuadas através desta página.
Introduza o número de quadro com 17 caracteres ou a matrícula portuguesa.
O histórico é reunido a partir de registos nacionais e internacionais.
Recebe o documento completo, pronto a ler, antes de pagar o sinal.
A fraude no conta-quilómetros não é um detalhe técnico: é dinheiro que sai do seu bolso no momento da compra. Segundo um estudo do Parlamento Europeu, o comprador de um usado com quilometragem falsificada paga, em média, mais 26,3% do que o carro realmente vale.
Faça as contas ao seu caso: Num carro anunciado por 15 000 €, essa diferença ronda os 3 900 € — dezenas de vezes o preço de um relatório de histórico. O mesmo estudo estima que a existência de veículos com quilometragem falsificada custa aos consumidores europeus entre 1,31 e 8,77 mil milhões de euros por ano.
E o prejuízo não acaba na compra: um carro com mais 70 000 km do que aparenta precisa de manutenção mais cedo, tem componentes mais gastos e vale menos quando o quiser revender.
Não é um problema importado de outros mercados. De acordo com um estudo da carVertical realizado em Portugal, 2,2% dos carros analisados apresentavam quilometragem falsificada, com um desvio médio de 70 694 km — praticamente três anos de utilização apagados do painel.
Os motores Diesel lideram os casos de quilometragem falsificada em Portugal, com 4,6% dos veículos analisados, seguidos dos a gasolina com 3,6%.
Há ainda um sinal de alerta que vale a pena conhecer: os carros com danos registados têm 1,7 vezes mais probabilidade de terem os quilómetros martelados (5,9% contra 3,5% nos veículos sem danos). Quem esconde um acidente tende a esconder também os quilómetros.
Indícios a observar no anúncio e na visita:
O relatório reúne, num único documento, aquilo que o vendedor não é obrigado a contar-lhe. É construído a partir de mais de 1000 bases de dados internacionais e fica pronto em cerca de 40 segundos após a verificação VIN.
Ler o relatório é simples: Comece pela linha do tempo da quilometragem, confirme se os valores sobem sempre e nunca descem, e compare a data de cada registo com os documentos que o vendedor lhe mostrou. Depois veja os danos declarados e pergunte-se se o preço pedido já reflete essas reparações. Tudo isto por menos do que custa perder um sinal ou pagar uma reparação que não era sua.
Uma fatia enorme dos usados que circulam em Portugal foi importada — sobretudo de França e da Alemanha. E aqui está o problema que quase ninguém lhe explica: o IMT, a ASF e o registo automóvel só conhecem o capítulo português da vida do carro.
Se o veículo bateu, ardeu, foi declarado perda total ou teve a quilometragem falsificada antes de entrar em Portugal, esse historial não aparece em nenhuma consulta nacional. O carro chega cá com a matrícula nova e o passado limpo no papel.
O VIN é o único identificador que acompanha o veículo desde a fábrica, em qualquer país. É por isso que a verificação VIN é indispensável quando o anúncio diz "importado", quando o carro tem poucos donos declarados mas muitos quilómetros, ou quando a matrícula é recente e o modelo não é.
Antes de pagar seja o que for, use o que é gratuito. Só que os serviços oficiais portugueses respondem a perguntas diferentes das que interessam a quem está prestes a comprar um usado.
| Serviço | O que mostra | Custo |
|---|---|---|
| IMT | Datas de inspeção obrigatória e alertas associados ao veículo. | Grátis |
| ASF ("Tem Seguro?") | Se o veículo tem seguro válido e o histórico de seguros. | Grátis |
| IRN (Certidão Permanente) | Proprietários, penhoras, hipotecas e reservas de propriedade. | 10–17 € |
| IMT (Relatório de Inspeções) | Histórico detalhado das inspeções realizadas. | 27–30 € |
| carVertical (via AUTO.MOTO.pt) | Histórico internacional completo: danos, acidentes, quilómetros martelados, roubo, fotos. | Preço do relatório, −20% com AUTOMOTOPT |
A conclusão prática: As consultas gratuitas dizem-lhe se o carro está legal hoje; o relatório de histórico diz-lhe o que aconteceu ao carro antes de chegar às suas mãos. Para uma compra de milhares de euros, precisa das duas respostas.
Um relatório de histórico não serve só para desistir de um mau negócio — serve para fechar um bom negócio em melhores condições.
Um dano estrutural documentado, a descoberta de quilómetros martelados ou um número de proprietários acima do declarado deixam de ser suspeitas suas e passam a ser factos em cima da mesa. Com esses factos, pedir um abatimento no preço deixa de ser regateio e passa a ser argumento.
Use os dados a seu favor de forma concreta: peça um orçamento de reparação para os danos que o relatório revela e apresente esse valor como base do abatimento. Se detetar quilometragem falsificada, tem também um argumento legal — vender um veículo nestas condições sem o declarar é uma prática enganosa perante a lei portuguesa.
Na prática, basta uma negociação bem-sucedida para o relatório se pagar muitas vezes. E quando o histórico está limpo, ganha a certeza de que pode avançar sem receio e um argumento sólido para revender o carro amanhã.
Nem sempre é possível pedir o VIN antes de ver o carro, e não há problema: a verificação também funciona a partir da matrícula portuguesa. Introduza a matrícula, o sistema identifica o veículo e devolve o relatório em cerca de 40 segundos.
Para viaturas nacionais, a matrícula chega. Para carros importados, insista no VIN — é ele que liga o veículo ao historial estrangeiro que a matrícula portuguesa, atribuída já cá, não consegue alcançar.
O melhor momento para fazer esta verificação é antes da visita, não depois. Assim chega ao encontro já a saber o que perguntar, evita deslocações a carros que não valem o tempo e não fica dependente da pressa de quem quer fechar negócio no próprio dia. Se estiver a comparar vários anúncios, verifique todos: o custo de alguns relatórios é insignificante face ao valor da compra.
Relatório em cerca de 40 segundos com acesso a mais de 1000 bases de dados internacionais.
O VIN tem sempre 17 caracteres entre letras maiúsculas e números. Se está a ver o carro pessoalmente ou tem os documentos à mão, encontra-o num destes sítios:
Se ainda não tem acesso ao carro, comece pela matrícula: é suficiente para iniciar a verificação.
O relatório é pago e o preço é apresentado pela carVertical antes de confirmar a compra. O código AUTOMOTOPT dá 20% de desconto e é introduzido no campo de código promocional durante o pagamento, no site da carVertical.
Existem consultas oficiais gratuitas em Portugal: o IMT mostra datas de inspeção e alertas, e a ASF permite confirmar o seguro. O relatório internacional com danos, dados de quilometragem falsificada e registos de roubo é pago — é essa a diferença que compensa antes de uma compra.
Sim. A verificação aceita a matrícula portuguesa ou o VIN. Para veículos importados, o VIN é mais fiável, porque é o único identificador que acompanha o carro desde a fábrica e liga o veículo ao seu historial noutros países.
É o número de identificação do veículo, com 17 caracteres. Encontra-o no código E do Certificado de Matrícula (DUA), na base do para-brisas do lado do condutor, no pilar da porta do condutor e, nas motas, gravado no quadro.
Sim. A verificação VIN abrange automóveis, motociclos e veículos comerciais ligeiros. O procedimento é exatamente o mesmo: introduz o VIN ou a matrícula e recebe o relatório do histórico.
Respondem a perguntas diferentes. A certidão permanente do IRN confirma a situação jurídica em Portugal — proprietários, penhoras e reservas de propriedade. O relatório carVertical mostra o passado do veículo, incluindo danos, se tem os quilómetros martelados e registos estrangeiros. Quem compra um importado precisa dos dois.
Última atualização: 2026-07-30
Alguns euros agora podem poupar-lhe milhares depois. Introduza o VIN ou a matrícula e veja o histórico completo.